Luís Mendão vive há mais de 30 anos com o VIH/Sida. “Ainda há muito preconceito”

Neste 1 de Dezembro, data em que se assinala o Dia Mundial da Luta contra a Sida, fomos perceber como é viver com a doença. Há 25 anos, quando foi diagnosticado, Luís Mendão já levava dez anos de doença. Tomava um cocktail de medicamentos diários e tinha uma sentença de morte. Hoje, a medicina evoluiu e os portadores de VIH tomam um único comprimido diário. Mas o preconceito, esse, não passou de moda. Uma entrevista oportuna e muito esclarecedora sobre como é viver com aquela que é hoje uma doença crónica, mas que, desde que foi identificada há 40 anos, já matou quase 35 milhões de pessoas.

Luís Mendão é seropositivo desde 1996. Oficialmente. Este bioquímico de formação sabe, contudo, que terá contraído o vírus dez anos antes numa relação sexual desprotegida. Quando foi diagnosticado, já não era apenas um portador do vírus, mas sim um doente de Sida. De lá para cá, Luís sentiu na pele toda a carga da doença. E isso fê-lo dar a cara, lutar por direitos iguais e contra o preconceito e a discriminação. Em 2001 fundou o GAT – Grupo de Ativistas em Tratamento, de que é presidente.

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