Peixe não puxa carroça? Se for rico em ómega 3…

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A sabedoria popular diz que “peixe não puxa carroça”, numa alusão à alegada pouca energia que uma dose de peixe fornece em comparação com a carne. Mas o peixe é cada vez mais importante numa dieta equilibrada. Os peixes ricos em ómega 3, por exemplo, são imprescindíveis para um correto desenvolvimento e para o bom funcionamento do sistema cardiovascular.

Salmão, atum, cavala, arenque, dourada, sável, chicharro, congro, sardinha, enguia, óleo de fígado de bacalhau, caranguejo, camarão… É longa a lista de peixes ricos em ómega 3 – ácidos gordos polinsaturados essenciais, para o correto funcionamento do organismo, que têm uma forte ação anti-inflamatória, estimulam o bom funcionamento cerebral, e desempenham um papel fundamental nos processos de crescimento, desenvolvimento e reparação do organismo.

Vários estudos e médicos defendem que o consumo regular de pescado gordo pode contribuir para prevenir doenças cardiovasculares, graças aos ácidos gordos essenciais do tipo ómega 3. As espécies gordas são especialmente ricas nestes constituintes, enaltecidos pelo seu efeito benéfico ao nível coronário, reduzindo os fatores de risco (redução ligeira da pressão arterial, da resposta inflamatória e dos triglicéridos)

Além disso, podem ser fortes aliados na redução dos níveis de colesterol LDL (mau colesterol), e no aumento dos níveis de HDL (bom colesterol).

A sardinha, por exemplo, é um dos peixes mais ricos em ómega 3: 100 gramas de sardinhas contêm 4 970 mg de ómega 3. Com 4 130 mg, a cavala vem logo a seguir. O robalo fecha o top 3, com 1 700 mg de ómega 3 por 100 gramas de pescado.

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