Polvilho: chegou do Brasil, viu e venceu. O cérebro e o coração agradecem

Diana Rosa

Jornalista

O polvilho é uma palavra cada vez mais presente no vocabulário da alimentação. Seja ele doce ou azedo, a verdade é que faz parte de muitas receitas ditas saudáveis. Mas sabe o que é? Continue a ler e vai saber tudo…

Chamamos-lhe polvilho, mas podíamos dizer simplesmente de fécula de mandioca. O polvilho, também conhecido como “goma” ou “fécula de mandioca”, oferece todos os benefícios desta raiz, por ser rico em hidratos de carbono, vitaminas do complexo B e C, ácido fólico, manganês, magnésio e cobre. A maior vantagem deste alimento é o facto de não possuir glúten, o que o torna apto para consumem dietas celíacas.

Voltando atrás, existem dois tipos de polvilho. O doce e o azedo. A diferença entre os dois está no paladar, mas também no fabrico de cada um. Ambos os processos têm início através da decantação da mandioca. O polvilho doce sofre apenas os processos de secagem e e moagem. Já o polvilho azedo, sofre adicionalmente um processo de fermentação, que resulta num sabor mais ácido e intenso. Por este motivo, cada um deve ser usado em receitas específicas. Por ser isento de glúten, o polvilho é um óptimo substituto da farinha de trigo, que pode ser usado para doces e salgados.

Veja os benefícios mais importantes deste alimento:

Protege o coração

A fécula de mandioca ajuda a prevenir a pressão arterial elevada e o mau colesterol.

Combate a prisão de ventre

Por ter elevado teor de fibras, ajuda a melhorar a digestão e o funcionamento intestinal.

Protege o cérebro

Por ter uma quantidade elevada de ácido fólico e vitamina B9, que ajudam a prevenir doenças neurodegenerativas e protegem os neurónios e as células cerebrais.

Melhora o humor

Graças à presença de triptofano, que é percursor de serotonina, a hormona da felicidade. Além de melhorar o humor previne a depressão, o stress e a ansiedade.

A forma mais comum de usar o polvilho é em bolos, pães, empadas, massas de tartes, biscoitos e bolachas ou tapioca, assim como para dar mais consistência a certos cozinhados, substituindo a adição tradicional de amido de milho.

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